.::Sobre mim::.

Preciso te contar como sou... para que me conheças um pouco melhor. Sou uma pessoa séria, respeitosa e não discuto limites de outras pessoas - a menos que me pisem o calo. Adoro a natureza, pássaros, verde, flores - e curto muito ficar ouvindo música e amar. Tenho medo da estrada do nada, só de ida, sem volta! Acho que a vida é meio estranha... me distancia sempre dos que amo. Gosto de cozinhar e inventar coisas, sou muito criativa. Pinto telas: óleo-sobre-tela e prefiro as paisagens. Meu fraco são sandálias altas... Uso botas com freqüência, ando descalça pelo gramado. Nadar é forte, faço quase todo dia. Por vezes, acordo taciturna e melancólica mas... fazer o que? Creio que isso vem dos humanos mesmo! Tenho sonhos, muitos! Ficaria horas apenas olhando você. Sou ciumenta. Agora, me fale um pouco do que gosta... para eu sonhar mais alto.
Anna Paes Leme Jota
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.::Estou assim::.

Um tanto cansada mas, FELIZ!!!



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Delírios

Delírios no Deserto
*Anna Paes*

Os sonhos se desfazem quando já não acreditamos que um dia fomos amados
...por um minuto apenas, mas amados realmente.
Aquela sensação gratificante de que somos lembrados com frequencia,
desaparece quando nenhuma linha chega, nenhum e-mail acontece!

Fica na areia  solta ao vento, no temporal do deserto,
todo o sentimento.
Eu dizia um dia:Não quero que me  peça em casamento...
Tudo flui de maneira irreparavel, os sonhos murcharam
Sem regas ficaram

Aconteceram  tormentas, os barcos sobre as águas, naufragaram!
Os camelos morreram de sede e o oásis secou...
Foi-se o sonho mais puro, o amor mais criança
Foi-se minha túnica,seu manto, rasgou-se com o vento
todas as cortinas, os véus!
Quebrou-se o vaso da Flor...

As tendas  vazias, solitárias, guardam apenas as lembranças
Perfumes exóticos pairam, ainda no ar!
Almofadas sujas de  amor, derramada sobre os tapetes
lágrimas de agora, quase secas, recém choradas!
Sonhos escoados..
Apenas a tumba  delirante me chama.

Foi-se o Poeta ao Deserto,
Murchou-se a Flor no Cerrado!

apagaram os rastros de seus pés?

Que história ainda tens a contar?
15/07/2011 - 16hs
As areias causticantes
fazem arder meus pés
quando busca incansável
se faz
Caminho qual beduino
Do rosto , os olhos abertos
descobertos e nada mais.
A caravana parte,
Direção ao sol por vezes
Em outras  rumo contrário
Sempre levando algumas
(historias)
Na volta...
Em que tempo existiu voce,
Entre o  amanhecer e o por do sol?
Senhor, vinde a mim!
Anna Paes


Escrito por Anna Paes às 04:14 PM
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