
(sem revisão)
Anna Paes
O que é certo , afinal?
Devo rever minhas verdades
Ou
As verdades do mundo?
Calar-me?
)_sempre ouvir e calar_
Alguns se dizem amigos, mas te viram as
Costas quando escutam um não
Positivo e veem que você não é palhaço(
Perdi-me na busca do começo
Cheguei ao fim?
Onde é o começo, onde está o fim?
A realidade grita
Sacode
E ninguém liga!
Passa em branco,
Batido
Puro caos
Crianças
Mulheres
Velhos
Jovens perdidos em sonhos
Mortos em alucinações.
)(que pesadelo)(
O que me é imposto
Grita em minha alma
Não posso calar!
Anna Paes
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Entrega em domicílio- o coração.
Anna Paes
Nada existe que impeça
um coração,
um sonho,
A outro se juntar.
Se assim entregas teu sonho
E se o portador sou eu
Faço-me presente neste sonho louco e meu coração o recebe.
Saberei esperar os sinais e se longe me acenar
#"o meu sonho"#.
Irei ao encontro
E, em vão não será!
Se te tenho em grande estima
Não jogues fora ainda,
Os sonhos que juntos sonhamos,
Pois acabo de chegar.
Se um adeus existiu
Sem pensar aconteceu.
Já não suporto a ausência tua
Anna Paes
Brasilia
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Franca Entrada
Não há bilhete de entrada,
nem ticket de passagem.
Entra! É tua a casa.
Não é castelo nem palácio...
É um ninho, um domicilio.
Casa singela de sonhos sonhados,
Amor servido à mesa da cozinha
Prazer, e um cálice de vinho.
A noite está fria,
Minha voz emudeceu, poesia.
Não lhe ofereço uma bebida,
Nem um prazer sob medida.
Entra, é tua a casa amiga.
Amanhã, quando a aurora
trouxer os primeiros raios de sol,
Partas, não olhes para trás,
Não contemples minha fraqueza,
nas lágrimas triste do meu olhar...
Não diga a ninguém que a casa existe,
Quando quiser é só voltar,
Não se perca na estrada,
A casa não tem tranca,
A entrada é franca.
Armand Duval
Novembro-2006
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Teu chamado me aclarou:
Dúvidas mortas
Expostas,
Intransigentes
Foram-se!
Entra! Deixo-te aberta a porta
Suspiro fundo com a visão que se aproxima
#Tua#
#Meu#
Tão sonhados sonhos e desejos
Enfim em teus braços descansarei e suspirarei.
Aos teus beijos
Ao teu corpo me entregarei.
..............Anna Paes
.............Brasília DF
20/11/2006.................... .................
Anna Paes
(De mãos atadas/nem voo como condor/nem canto como cotovia/Nem sol/nem luar/Nada/Sou paixão/Vivo luz/Ele trapo/restante dum saco/quem sabe fétido/Quem sabe/nojento /assim/E nem assim\AnnaPaes-04/11/2006-18hs05)
Como imaginas que poderia te ver?
Estou cega,
De mãos algemadas e pés atados,
Para não caminhar em tua direção.
)Não tenho a força do condor
Que paira além do bem e do mau
nem canto como cotovia,
Este ser de tua fantasia.(
#Deixaram morrer o amor,
Perderam-se os sonhos,
Espalhados nos caminhos
Das discussões sem fim
Das razões e das verdades
Prontas e acabadas.#
Nem sol, nem o brilho do luar
Tem o poder de resgatar
O que foi morto,
O que germinou mais não cresceu.
)Lamentes, mas não te enganes.(
Sei que a noite, a imagem dele
Aparece-te no espelho,
Choras de joelho.
Na tela do teu imaginário
Ele surge no seu diário,
Como o ser extraordinário.
#Sou paixão
Vivo luz#
#Ele se fez trapo,
Pedaço de pano de saco,
Rastejou feito réptil
Ser abjeto e servil,
Para conquistar sua atenção.
Não me comove sua aflição
Nem assim.
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°Estou cega?°
As escuras caminho
Se, em água
naufrago
Não tenho culpa!
É culpa do amor!
Anna Paes
05/11/2006
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